A Fundação Conrado Wessel (FCW) abre nesta quarta-feira (8/1) inscrições para a 12ª edição do prêmio de Arte para fotografia. Com o tema "Brasil: Um País Emergente", elas podem ser feitas pelo site da instituição.
Os interessados devem inscrever um ensaio fotográfico, elaborado no país e composto por um mínimo de dez imagens. O trabalho deve ter sido produzido entre 1º de janeiro de 2012 e 15 de dezembro de 2013.
Os 15 melhores vão integrar um livro comemorativo. Dos finalistas, serão escolhidos três vencedores, que receberão prêmios nos valores de R$ 114,3 mil, para o primeiro colocado e R$ 42,8 mil, para o segundo e terceiro.
O resultado final da premiação será divulgado no dia 31 de março e a cerimônia de premiação ocorrerá em 9 de junho, na Sala São Paulo, juntamente com a entrega do Prêmio FCW de Ciência e Medicina.
O site norte-americano CareerCast, especializado em mercado de trabalho, divulgou nesta quarta-feira (8/1) uma lista dos empregos mais estressantes para 2014 nos Estados Unidos. A função de repórter de jornal aparece na oitava posição.
Segundo o G1, o levantamento é baseado em 11 fatores: frequência de viagens, potencial de crescimento, prazos, trabalho aos olhos do público, competitividade dentro da organização, exigências físicas, condições ambientais, risco de vida, perigos que podem ser enfrentados, encontro e interação com o público e vida de outras pessoas em risco.
A profissão de repórter aparece, entretanto, como menos estressante do que cargos do exército, dos bombeiros, piloto de companhia aérea, coordenador de eventos, executivo de relações públicas e executivo corporativo. Repórteres aparentemente se estressam mais do que policiais e taxistas norte-americanos, segundo a pesquisa. A lista completa das profissões mais e menos estressantes pode ser conferida no site do CareerCast, em inglês.
Sindicato segue com a realização da Cozinha Fotográfica, entre outras ações na área de imagem.
Após encerrar a greve de funcionários da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), jornalistas concursados que exerciam cargo de chefia na TV Brasil, em São Paulo (SP), foram comunicados pela direção de jornalismo que foram desligados de seus cargos.
O ato ocorreu na última quarta-feira (18/12) e as atividades foram repassadas a outros concursados por exigência do Ministério do Planejamento, que ordena que 70% dos cargos de chefia das estatais sejam ocupados por aprovados em concurso público.
Em nota, divulgada na última quinta (19/12), a Comissão de Empregados e os sindicatos dos jornalistas e radialistas do Distrito Federal (DF), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ) classificaram a medida como uma retaliação aos jornalistas que participaram da greve.
As entidades criticaram a atitude da diretoria da empresa pública, que fere a legislação ao apresentar conduta anti-social. A prática é proibida pelo artigo 8º da Constituição Federal e pela Convenção nº 98 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil por força do Decreto Legislativo nº 49/52.
“Nos causa grande estranheza a retirada dos FCs, uma vez que, pouco antes da greve os gerentes haviam admitido que os coordenadores atuais estavam executando um trabalho bem satisfatório. Ambos tiraram notas superiores a 9,0 na última avaliação de desempenho”, diz a nota.
A greve por reivindicações no Acordo Coletivo ocorreu de 7 a 22 de novembro em Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) e foi a maior na história da empresa, com participação de jornalistas, radialistas e outros profissionais. Depois de negociações, o Acordo Coletivo foi assinado.
A comissão e o sindicato encerram a nota lamentando a medida e reiterando a posição das entidades em apoio aos trabalhadores. “Não sabemos se, depois desses descalabros, os fantasmas natalinos irão assombrar a Diretoria e as Gerências da EBC, mas tenham a certeza de que nós os trabalhadores unidos estaremos mobilizados para impedir e denunciar todos os ataques que porventura venham a acontecer, em qualquer época do ano”.