A proposta prevê a construção de um complexo de entretenimento e da nova sede social do Clube.
Entidades cobraram que não haja mais desrespeito às regras sobre horas-extras e que haja diálogo com os trabalhadores.
A carta traz o contexto da situação dos jornalistas diante do impasse econômico da empresa e aponta soluções conjuntas para o problema.
A oferta dos patrões está muito aquém do que a categoria reivindica e significaria uma perda de 6,32% em dois anos (4,91% em 2016 além dos 1,42% do ano passado).