A atividade teve como objetivo discutir a situação da Empresa Brasil de Comunicação e as ameaças ao projeto da comunicação pública.
Os jornalistas resolveram manter o movimento desta sexta para avaliar se a empresa cumpriu com a proposta de pagar as faturas de janeiro dos freelas.
Bem longe da reposição inflacionária, a proposta dos patrões prevê reajuste de 5% com parcelamento de duas vezes (3,5% a ser pago em julho e 1,5% em dezembro retroativa a março).
Cerca de 75 jornalistas foram prejudicados com a má gestão de um empresário que surgiu do nada para atuar na área de comunicação.