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Um avião de combate de Israel bombardeou nesta terça-feira (22/7) o último andar de uma torre no centro de Gaza, local onde fica a sede da TV Al Jazeera e os escritórios da agência de notícias americana Associated Press (AP).

De acordo com a EFE, ninguém ficou ferido. "Nos disseram que foi um erro, mas que de qualquer maneira era melhor que não voltássemos a nos aproximar", disse um dos jornalistas que estava em frente ao prédio.   Desde o dia 8 de julho, a região enfrenta uma ofensiva na qual já morreram mais de 500 pessoas e deixou mais de 3.000 feridas. No último domingo (20/7), o repórter cinematográfico palestino Khaled Hamad morreu durante um bombardeio do Exército israelense contra o bairro de Shahiya, um dos mais populosos da Faixa de Gaza.


O governo israelense alertou que não se responsabiliza pela segurança dos profissionais estrangeiros no interior da região. "Cobrir as hostilidades põe os jornalistas em risco para suas vidas. Em nenhum caso, Israel é responsável por ferimentos e pelos danos que possa acontecer como resultado de informar no terreno", disse em nota.

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O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) denunciou na última segunda-feira (21/7) ameaças e detenções de jornalistas que cobriam a queda do avião malásio MH17, no leste da Ucrânia. Segundo a entidade, desde sexta (18/7), separatistas armados prenderam pelo menos dez correspondentes na capital e barraram o acesso dos profissionais na região.

"Esta é uma tragédia internacional. A imprensa de todos os países tem o direito de cobrir", disse Nina Ognianova, coordenadora do CPJ na Europa e Ásia Central. "Pedimos que permitam à imprensa fazer seu trabalho sem obstáculos", acrescentou.
Entre os detidos, estão repórteres da BBC, do jornal sueco Dagens Nyheter, do site The Daily Beast, da emissora holandesa Nieuwsuur e da Russia Today. Eles foram levados para o prédio da agência de segurança nacional da Ucrânia e liberados após algumas horas. 
Anna Nemtsova, do Daily Beast, relatou a experiência no site e disse que os rebeldes começaram a comparar suas facas na frente dos jornalistas detidos. Um dos rebeldes a informou que ele havia sido ordenado a pegar os profissionais que estavam na região.

O repórter da BBC Kevin Bishop, disse em seu perfil no Twitter que ficou preso durante três horas. "O coronel da Malásia estava conversando com a mídia fora da fábrica Kharkiv, onde os corpos # MH17 estão sendo mantidos", noticiou em seguida. Já Rudy Bouma, da Nieuwsuur, relatou que foi forçado por separatistas a apagar as imagens que registrou.

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Aprendendo a dividir

Categoria: Notícias

Escrito por: Intervozes
Fonte: Coletivo Intervozes

Você sabe dividir? A Constituição Federal de 1988 afirma que o sistema de comunicações em nosso país deve ser formado pela complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal. Mas a realidade da mídia brasileira está muito distante disso.

O vídeo "Aprendendo a dividir", uma produção do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação, explica de forma didática o funcionamento dos sitemas público, estatal e privado de comunicação. Também ressalta a importância de atender as exigências da Constituição Federal investindo no equilíbrio e complementariedade entre os sitemas para garantir liberdade, diversidade e a democratização da comunicação no país.

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Internado desde o último dia 10 com pneumonia, no Hospital Centro Médico de Campinas, no interior paulista, morreu neste sábado (19), às 11h50, o escritor e educador Rubem Alves.

Em boletim divulgado mais cedo, os médicos que o assistiam informaram sobre uma piora do estado de saúde do escritor, com agravamento das funções renal, pulmonar e circulatória, que evoluíram para um quadro de falência múltipla orgânica. A nota foi assinada pelo cardiologista intensivista Roberto Munimis.

Rubem Alves nasceu em Boa Esperança, no sul de Minas Gerais, no dia 15 de setembro de 1933, e morava em Campinas, onde mantinha um instituto para promover a inserção social por meio da educação. O Instituto Rubem Alves também dá assistência a educadores.


Além de escritor e pedagogo, Rubem Alves era poeta, filósofo, cronista, contador de histórias, ensaísta, teólogo, psicanalista, acadêmico e autor de livros para crianças. É considerado uma das principais referências no pensamento sobre educação e tem uma bibliografia que conta com mais de 160 títulos distribuídos em 12 países.

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