Nota Pública do SJPDF sobre violência contra jornalistas

O SJPDF expressa preocupação com as denúncias de uso desmedido da força por parte de agentes policiais.

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Nesta segunda-feira (17/6), a revista Veja teve sua conta oficial no Twitter invadida pelo grupo de hackers Anonymous Brazil, que tem apoiado as recentes manifestações contra o aumento da tarifa do transporte público. “Perfil invadido por @AnonManifest!”, escreveram os hackers através do perfil da Veja.

Os ativistas postaram quatro tuítes:“’Jornalismo fascista nós não precisamos de vocês.’ A #LUTA CONTINUA #Brasil #OGiganteAcordou #Brasil #rEvolução”, escreveu o Anonymous Brazil. 
“Aos mais velhos: Desliguem suas TVs, deixem o telejornal fascista de lado e venham para as ruas hoje,Vamos #LUTAR JUNTOS! @AnonManifest”, acrescentou.
“Nem a polícia e nem Mídia irão nos calar! #BRASIL”, escreveu o grupo. "Outros vários perfis estão sendo tomados por min neste momente e estará a dispor, p serem usados como divulgação de videos fotos....", acrescentou.
"A TODOS os estados do #Brasil, vamos dar um xou hoje! #OGiganteAcordou e vai ser impossível parar VAI PRA CIMA BRASIL", postou o grupo junto de uma foto com os dizeres "não é por centavos é por direitos".
Em seu site, a Veja divulgou uma nota oficial afirmando que "por ora, as informações publicadas nas contas são falsas. Bloqueio já foi solicitado à rede social". A nota ainda diz que outro perfil ligado àrevista foi invadido. Trata-se do @radaronline, coluna assinada por Lauro Jardim, redator-chefe da revista.
"Todas as informações publicadas a partir das 12h20 são de responsabilidade dos invasores. O bloqueio dos perfis já foi solicitado pela redação à rede social", diz o comunicado.
Os hackers também divulgaram as senhas das redes sociais da revista no perfil do Anonymous Brasil.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves Your browser does not support inline frames or is currently configured not to display inline frames.

Publicado pelo Portal Imprensa

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Em nota divulgada na noite da última quinta-feira (13/6), a Anistia Internacional (AI) declarou que a ação da polícia nas manifestações realizadas em São Paulo e Rio de Janeiro contra o aumento do preço das passagens de ônibus e metrô mostra a "radicalização da repressão" e enfatiza que o transporte público acessível é de "fundamental importância para que a população possa exercer seu direito de ir e vir, tão importante quanto os demais direitos como educação, saúde, moradia, de expressão, entre outros”.
Segundo a nota reproduzida pelo Terra, a entidade aponta também que “é preocupante o discurso das autoridades sinalizando uma radicalização da repressão e a prisão de jornalistas e manifestantes, em alguns casos enquadrados no crime de formação de quadrilha”.
Defendendo o direito à manifestação e à realização de protestos pacíficos, a  AI  informou que “é contra a depredação do patrimônio público e atos violentos de ambos os lados e considera urgente o estabelecimento de um canal de diálogo entre governo e manifestantes para que se encontre uma solução pacífica para o impasse”.

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Em meio às manifestações contra o aumento do preço das passagens de transporte público, a direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) enviou ofício à Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, ao Tribunal de Justiça de São Paulo e à Ouvidoria das Polícias de São Paulo, entre outros órgãos, exigindo que sejam tomadas providências diante das arbitrariedades policiais contra jornalistas.
De acordo com o site da entidade, por meio do documento, ela solicita a “garantia à integridade física e o direito à Liberdade de Imprensa aos Jornalistas que cobrem o evento”. O sindicato acrescenta que a preservação da segurança dos profissionais da imprensa é necessária “para que possam trabalhar sem o ‘risco’ de serem detidos ilegalmente ou constrangidos no exercício da função de informar o cidadão sobre este acontecimento de importância pública relevante”.
Concluindo o ofício, o SJSP enfatiza: “Conforme assegura a Constituição Federal, a Liberdade de Imprensa e o Direito à Informação são requisitos fundamentais da democracia e dos princípios republicanos que norteiam o Estado brasileiro e o trabalho do jornalista tem por objetivo cobrir e dar publicidade imparcial aos fatos ocorridos”.

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