Os vencedores nacionais da 5ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo serão conhecidos nesta quinta-feira (6), em cerimônia a ser realizada em Brasília. Foram inscritos 1.279 trabalhos que trataram de empreendedorismo em revistas, jornais, internet e emissoras de rádio e televisão de todo o país.
No total, serão entregues R$ 96,5 mil aos vencedores. Além do Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo, que dará R$ 25 mil ao ganhador, serão premiados, com R$ 12,5 mil, cada um dos destaques nacionais nas categorias Jornalismo Impresso, Webjornalismo, Telejornalismo e Radiojornalismo. Serão entregues ainda o Prêmio Especial do Júri (R$ 12,5 mil) e as Menções Honrosas de Fotojornalismo, Repórter Cinematográfico e Mídias Sociais (R$ 3 mil, cada).
Trabalhos vencedores em 25 estados continuam na disputa pelas principais premiações, que serão anunciadas nesta quinta-feira. Entre os finalistas nas categorias especiais estão jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas de Alagoas, Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo.
O Prêmio Sebrae de Jornalismo foi instituído pelo Sebrae em 2008 para estimular e valorizar a produção de trabalhos jornalísticos publicados, que destacam o desenvolvimento das micro e pequenas empresas no Brasil. A iniciativa conta com a participação promocional da Revista Imprensa e o apoio institucional da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).
Organizações resolveram criar o projeto de lei com o objetivo maior de avançar na garantia ao direito à comunicação.
Comissão do DF também lança redes sociais para divulgar o trabalho.
O deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB) declarou apoio à PEC dos Jornalistas, que defende o retorno da obrigatoriedade do diploma de graduação em comunicação social para o exercício da profissão. O parlamentar afirmou ao site PB Agora que apresentará nesta semana requerimento de urgência para a apreciação do tema.
“Já me mostrei favorável à PEC 33, pois acredito que a profissão de jornalista deve ser executada por quem tem diploma, até por uma exigência de mercado e também pelo reconhecimento daquelas pessoas que estudaram e se prepararam para oferecer este tipo de serviço. Posso garantir desde já, que na próxima semana apresentarei o requerimento de urgência para apreciação desse importante projeto”, disse o deputado.
A proposta de emenda constitucional (PEC) visa restabelecer a obrigatoriedade do diploma para jornalistas, que foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em 2009. O projeto foi aprovado pelos senadores em 2012, mas ainda precisa passar por votação na Câmara dos Deputados.