Faltam 20 dias para o fim das inscrições do Prêmio Petrobras de Jornalismo. Profissionais de todo o país que ainda não enviaram seus trabalhos têm até o dia 10 de julho para concorrer a prêmios que vão de R$ 7 mil a R$ 30 mil (valores brutos). Podem participar jornalistas que tiveram reportagens e fotos publicadas entre 10 de maio de 2012 e 9 de maio de 2013 em jornal/revista, televisão, rádio e portais de notícias sobre cultura, responsabilidade socioambiental, esporte, petróleo/gás e energia.
Ao todo, serão concedidos 35 prêmios, divididos nas categorias Nacional e Regional. A Petrobras também vai premiar a melhor fotografia nas duas categorias em qualquer um dos temas descritos acima. Os autores das melhores reportagens e foto nacionais receberão o prêmio no valor de R$ 17.200 (bruto) cada. Já as matérias e foto regionais serão premiadas com R$ 7.150 (bruto). Além dessas categorias, haverá ainda o Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, de R$ 30 mil (bruto), para a melhor reportagem entre todas as enviadas.
Cada jornalista pode inscrever até seis diferentes reportagens. Os participantes do Fotojornalismo podem inscrever um trabalho para cada tema, sendo também proibida a participação simultânea nas categorias regional e nacional. Cada trabalho deverá ser encaminhado em envelope separado, contendo a ficha de inscrição, o material inscrito, com a devida identificação da reportagem (autor, o veículo que a publicou e demais documentos exigidos pelo regulamento do prêmio). No caso de matéria não assinada ou assinada com pseudônimo, a autoria deve ser atestada, por escrito, pela Chefia de Redação ou Chefia de Reportagem, em papel timbrado e com assinatura original, anexada à ficha de inscrição.
O material deve ser enviado para a sede da Petrobras (Av. República do Chile 65, 10º andar / sala 1001, Centro, Rio de Janeiro - RJ - CEP – 20031-912), aos cuidados da Gerência de Imprensa. Os trabalhos vencedores e seus respectivos autores serão conhecidos em outubro deste ano.
O Regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.petrobras.com.br/agenciapetrobras e anexados abaixo. Os participantes podem enviar suas dúvidas através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou ligar para (21) 3224 4281 / 3932.

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Na última segunda-feira (24/6), em nota, a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) pediu que autoridades brasileiras investiguem agressões e ameaças contra jornalistas que fazem a cobertura das manifestações pelo país. Além disso, a entidade exige que seja garantida a segurança dos meios de comunicação e dos profissionais no exercício de seu trabalho.
De acordo com a Zero Hora, um dos casos mencionados pela entidade ocorreu no Rio Grande do Sul, onde “manifestantes radicais tentaram atacar o prédio do Grupo RBS (onde funcionam os jornais Zero Hora, Diário Gaúcho e a Rádio Gaúcha), e tiveram de ser contidos pela Brigada Militar, que usou bombas de gás e balas de borracha para dispersar os agressores que jogavam pedaços de paus e pedras contra os policiais”. 
Na nota da SIP, o presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação, Claudio Paolillo, também critica a violência contra jornalistas nas manifestações: "Pese a legitimidade de qualquer protesto popular, não existe nenhuma justificativa para que os jornalistas e meios de comunicação sejam agredidos ou ameaçados. Justamente em um período de conflito, a melhor garantia para os cidadãos é que a informação possa fluir sem problemas".
Paolillo acrescenta: "As autoridades brasileiras devem empenhar todo seu esforço para garantir a proteção de jornalistas e meios, já que a liberdade de imprensa é imprescindível para que se conheçam os abusos e também as soluções, assim como assegurar os direitos e deveres constitucionais de todos os cidadãos".
Por fim, nomes de jornalistas agredidos durante os protestos pelo Brasil, “ora pela polícia, ora por manifestantes”, foram citados pela SIP. Caso, por exemplo, de Vagner Magalhães, do Terra; Giuliana Vallone, da Folha de S.Paulo; Leandro Morais, do UOL; Piero Locatelli, da CartaCapital; Fernando Mellis, do R7; e Caco Barcellos, da Rede Globo.

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Estão abertas as inscrições (gratuitas) para o 12º Curso de Informação sobre Jornalismo em Situações de Conflito Armado e Outras Situações de Violência, promovido pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), OBORÉ e Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

Os interessados, exclusivamente estudantes universitários de graduação, deverão preencher uma Ficha de Inscrição (que ficará disponível exclusivamente no site da Oboré e do Repórter do Futuro até 15 de agosto) e comparecer ao Encontro de Confraternização e Seleção no dia 31 de agosto (sábado), às 9h, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (Rua Rego Freitas, 430, sobreloja – Vila Buarque, São Paulo-SP).

ACESSE AQUI A FICHA DE INSCRIÇÃO

Neste encontro, os candidatos participarão de Aula Magna com Felipe Donoso, chefe da delegação regional do CICV para a Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, sobre a atuação humanitária do Comitê em diferentes países como Iraque, Darfur e Colômbia e realizarão um teste de seleção que visa avaliar o perfil dos interessados e identificar quais poderão ter melhor aproveitamento do módulo.

O curso (de 20 horas), que integra o Projeto Repórter do Futuro, será realizado nos dias 14, 21 e 28 de setembro e 5 e 19 de outubro, com aulas sempre aos sábados, das 09h às 13h.

Promovido pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha, que neste ano comemora 150 anos de ações humanitárias em mais de 80 países, o objetivo do módulo é abordar aspectos do Direito Internacional Humanitário ou Direito Internacional dos Conflitos Armados, úteis para o trabalho da imprensa, além de discutir questões éticas, técnicas e jurídicas ligadas ao trabalho do jornalista em missão profissional perigosa.

Programação

31 de agosto – 09h
Sindicato dos Jornalistas de São Paulo
(Rua Rego Freitas, 530 – sobreloja)
Encontro de Confraternização e Seleção
Felipe Donoso, chefe da delegação regional do CICV para a Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai

14 de setembro – 09h
Introdução ao direito aplicável nos conflitos armados
Gabriel Valladares, assessor Jurídico do CICV

21 de setembro – 09h
A relação com a imprensa em missões de paz
Oficial do Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx)

28 de setembro – 09h
Normas internacionais aplicáveis à função policial no uso da força e de armas de fogo
André Vianna, coronel da reserva da Polícia Militar de São Paulo

5 de outubro – 09h
Cobertura da imprensa brasileira de conflitos armados e outras situações de violência
Juca Varella, repórter fotográfico do jornal Folha de S.Paulo
Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal Folha de S.Paulo

19 de outubro – 09h
Encontro de avaliação e entrega de certificados
Felipe Donoso, chefe da delegação regional do CICV


ACESSE AQUI A FICHA DE INSCRIÇÃO

Sobre o curso

12º Curso de Informação sobre Jornalismo em Situação de Conflito Armado e Outras Situações de Violência, módulo do Projeto Repórter do Futuro, é organizado pela OBORÉ Projetos Especiais em Comunicações e Artes, Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e ABRAJI – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.

Conta com o apoio/patrocínio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, SINPRO/SP – Sindicato dos Professores de São Paulo, NH Photos/Nivaldo Silva, Cátedra UNESCO de Comunicação, Hospital Premier/MAIS – Modelo de Atenção Integral à Saúde, IPFD – Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais, Matilha Cultural, KBR TEC Soluções Online e da Coordenação dos principais Cursos de Jornalismo de São Paulo: ECA/USP – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, Faculdade Cásper Líbero, PUCSP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Universidade Metodista de São Paulo e Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Também emprestam seu prestígio a esta iniciativa: revistas Samuel, Brasil Atual, Caros Amigos, Fórum, Imprensa, Le Monde Diplomatique Brasil, Piauí e o blog “O Xis da Questão – Mídia, Jornalismo e Atualidade”, do Prof. Chaparro.

Com informações Obore

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Depois do parecer, a CCJ poderá voltar a PEC. Se for aprovada, será criada uma comissão especial para analisar o mérito da proposta.

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