Jornalistas e fotógrafos de todo o Brasil ganharam mais uma chance para inscrever seus melhores trabalhos no Prêmio Petrobras de Jornalismo. As inscrições, que terminariam amanhã, foram prorrogadas até o dia 31 de julho. Cada jornalista poderá inscrever seis diferentes trabalhos que abordem assuntos relacionados a esporte, cultura, responsabilidade social/ambiental e petróleo/gás/energia. As matérias e fotos devem ter sido veiculadas em jornal/revista, rádio, televisão ou em portais de notícias entre 10 de maio de 2012 e 9 de maio de 2013.
Serão premiados 35 trabalhos com valores que vão de R$ 7 mil a R$ 30 mil (valores brutos). Os 17 vencedores da categoria regional receberão R$ 7,15 mil cada. Os 17 ganhadores na categoria nacional serão premiados com R$ 17,2 mil cada. E o vencedor do Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo receberá R$ 30 mil.
Os trabalhos vencedores e seus respectivos autores serão conhecidos em outubro deste ano. Confira o regulamento e acesse a ficha de inscrição no site (www.petrobras.com.br/agenciapetrobras). Mais informações pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelos telefones (21) 3224-3932 e 3224-4281.
Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional
Telefone: 55 (21) 3224-1306 e 3224-2312
Plantão: 55 (21) 9921-1048 e 9985-9623
Fax: 55 (21) 3224-3251
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08/07/2013
A Justiça em Sergipe acaba de condenar o jornalista José Cristian Góes a sete meses e 16 dias de detenção. O crime cometido por ele: ter escrito uma crônica ficcional sobre o coronelismo.
Mesmo sendo um texto em primeira pessoa e sem citar nome de ninguém, o desembargador e vice-presidente do Tribunal de Justiça Edson Ulisses, alegou que se sentiu pessoalmente ofendido pela expressão “jagunço das leis” e pediu a prisão do jornalista por injúria.
Apesar de todo o processo ter sido presidido pela juíza Brígida Declerc, do Juizado Especial Criminal em Aracaju, a sentença foi assinada no último dia 04 de julho pelo juiz substituto Luiz Eduardo Araújo Portela.
“Esta é uma decisão em primeira instância. Vamos ingressar com os recursos. Em razão de ser uma sentença absurda, não acreditamos que ela prospere, mas se for o caso vamos até o STF em razão da decisão ferir gravemente à Constituição Federal, e quem sabe, podemos ir até ao CNJ e as Cortes Internacionais de Direitos Humanos”, informou Antônio Rodrigo, advogado de Cristian Góes.
Os sete meses e 16 dias de detenção foram convertidos pelo juiz Eduardo Portela em prestação de serviço a alguma entidade assistencial.
O desembargador Edson Ulisses, cunhado do governador Marcelo Déda (PT), alegou que a crônica literária intitulada “Eu, o coronel em mim”, escrita pelo jornalista Cristian Góes em maio de 2012 em seu blog, ataca diretamente o governador de Sergipe e a ele, por consequência.
Por isso, ingressou com duas ações judiciais. Na criminal, o desembargador pedia a prisão de quatro anos do jornalista. Na ação cível, solicita que o juiz estabeleça um valor de indenização por danos morais e já estipula os honorários dos seus advogados em R$ 25 mil.
Numa audiência, o desembargador afirma: “Todo mundo sabe que ele escreveu contra o governador e contra mim. Não tem nomes e nem precisa, mas todo mundo sabe que o texto ataca Déda e a mim”.
O advogado Antônio Rodrigo provou com farta documentação que é completamente impossível na crônica literária assinada por Cristian Góes encontrar a mínima prova da intenção de ofender a honra de ninguém. “Esse ‘alguém’ não existe no texto. Não é uma questão de interpretação. A figura do injuriado não existe”, disse o advogado.
Durante o processo, a juíza negou à defesa do jornalista ouvir duas de suas testemunhas, sendo uma chave para esclarecer todo processo: o governador Marcelo Déda. Também não foi permitida uma série de perguntas do advogado ao desembargador Edson Ulisses e às suas testemunhas.
A crônica literária “Eu, o coronel em mim” é um texto em estilo de confissão de um coronel imaginário dos tempos de escravidão que se vê chocado com o momento democrático. Não há citação de nomes, locais, datas, cargos públicos.
Em Sergipe, o irmão do governador Marcelo Déda, o desembargador Cláudio Déda, é o presidente do Tribunal de Justiça e o cunhado do governador, o desembargador Edson Ulisses é o vice-presidente, sendo que este último foi escolhido e nomeado pelo governador.
Atendendo ao pedido do desembargador Edson Ulisses, o Ministério Público, ainda na primeira audiência de conciliação, denunciou criminalmente o jornalista. Por coincidência, dias depois da denúncia, a promotora de Justiça Allana Costa, que era substituta e trabalhava no interior de Sergipe, foi premiada com a promoção para a capital, em cargo de coordenadoria.
Em uma das audiências do caso, vários representantes de movimentos sociais que lutam pela liberdade de expressão, e até familiares do jornalista, foram impedidos de participar da audiência. A segurança da Polícia Militar foi reforçada na sede do Tribunal de Justiça. Todos os lugares da sala de audiência foram tomados desde cedo por funcionários com cargos comissionados e terceirizados do Tribunal de Justiça.
No DF, processo eleitoral contará com cinco urnas – com itinerário indicado conforme o tamanho das redações e a quantidade de pessoas aptas a votar.
Últimos dias para se inscrever no Prêmio Petrobras de Jornalismo. Profissionais de todo o país que ainda não enviaram seus trabalhos têm até quarta-feira (10/07) para concorrer a prêmios que vão de R$ 7 mil a R$ 30 mil (valores brutos). Podem participar jornalistas que tiveram reportagens e fotos publicadas entre 10 de maio de 2012 e 9 de maio de 2013 em jornal/revista, televisão, rádio e portais de notícias sobre cultura, responsabilidade socioambiental, esporte, petróleo/gás e energia.
Ao todo, serão concedidos 35 prêmios, divididos nas categorias Nacional e Regional. A Petrobras também vai premiar a melhor fotografia nas duas categorias em qualquer um dos temas descritos acima. Os autores das melhores reportagens e foto nacionais receberão o prêmio no valor de R$ 17.200 (bruto) cada. Já as matérias e foto regionais serão premiadas com R$ 7.150 (bruto). Além dessas categorias, haverá ainda o Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, de R$ 30 mil (bruto), para a melhor reportagem entre todas as enviadas.
Cada jornalista pode inscrever até seis diferentes reportagens. Os participantes do Fotojornalismo podem inscrever um trabalho para cada tema, sendo também proibida a participação simultânea nas categorias Regional e Nacional. Cada trabalho deverá ser encaminhado em envelope separado, contendo a ficha de inscrição, o material inscrito, com a devida identificação da reportagem (autor, o veículo que a publicou e demais documentos exigidos pelo regulamento do prêmio). No caso de matéria não assinada ou assinada com pseudônimo, a autoria deve ser atestada, por escrito, pela Chefia de Redação ou Chefia de Reportagem, em papel timbrado e com assinatura original, anexada à ficha de inscrição.
O material deve ser enviado para a sede da Petrobras (Av. República do Chile 65, 10º andar / sala 1001, Centro, Rio de Janeiro - RJ - CEP - 20031-912), aos cuidados da Gerência de Imprensa. Os trabalhos vencedores e seus respectivos autores serão conhecidos em outubro deste ano.
O Regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site http://www.agenciapetrobras.com.br/premioPetrobras . Os participantes podem enviar suas dúvidas através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou ligar para (21) 3224 4281 / 3932.
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Telefone: 55 (21) 3224-1306 e 3224-2312
Plantão: 55 (21) 9921-1048 e 9985-9623
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