Aprovada este ano, a nova lei dos meios de comunicação do México promete trazer mais equilíbrio no acesso à informação no país. Uma das iniciativas prevê a criação de uma agência federal para regular o setor e impõe restrições ao monopólio.
De acordo com a EBC, a diretora-geral da Once TV, Enriqueta Cabrera Y Cuarón, afirma que a lei faz uma reforma integral no setor, que não passava por modificações desde 1950. “Ela afeta a televisão pública e os monopólios, tornando tudo mais igual”, disse.
A ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas, ressaltou que a troca de experiências entre os diferentes modelos de comunicação pública na América Latina favorece a integração dos países e que fortalecem a democracia.
O diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação, Nelson Breve, defendeu o compartilhamento de conteúdos entre os países e lembrou que as mídias públicas devem produzir informação plural que contribua na formação crítica dos cidadãos e no intercâmbio de culturas.
Há nove urnas nas principais redações do DF. Também é possível votar na sede do Sindicato.
A votação para escolher os membros da Comissão de Ética do SJPDF, instância que se tornou autônoma com a mudança estatutária deste ano, está sendo realizada de forma paralela às eleições do SJPDF e do Clube da Imprensa.
Na última quarta-feira (28/8), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte (Sindjorn) publicou uma nota lamentando a "postura equivocada, falta de zelo e respeito" da jornalista Micheline Borges, que gerou polêmica após publicar um comentário no Facebook comparando médicas cubanas a empregadas domésticas.
"Me perdoem se for preconceito, mas essas médicas cubanas tem uma Cara de empregada doméstica. Será que São médicas Mesmo? Afe que terrível. Médico, geralmente, tem postura, tem cara de médico, se impõe a partir da aparência...Coitada da nossa população. Será que eles entendem de dengue? Febre amarela? Deus proteja O nosso povo! (sic)", dizia a mensagem publicada por Micheline. Após a repercussão nas redes sociais, a jornalista excluiu seus perfis no Facebook e Twitter.
De acordo com o G1, a Federação das Empregadas e Trabalhadores Domésticos de São Paulo exige uma retratação formal da jornalista. "Somente na cabeça retrógrada e preconceituosa dessa pessoa existe demérito em se parecer com uma empregada doméstica, uma profissão honrada", diz nota divulgada pela federação, que promete entrar na Justiça contra a jornalista.
Micheline pediu desculpas aos que se sentiram ofendidos e disse ter sido mal interpretada. "Foi um comentário infeliz, só gostaria de pedir desculpas, fiquei muito angustiada. Ganhou uma proporção muito grande nas redes sociais, onde as pessoas interpretam do jeito que querem. Não tenho preconceito com ninguém, não quis atingir ninguém, nem ferir a imagem nem a profissão de ninguém", afirmou.