Publicado pelo Portal Imprensa

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) denunciou na última segunda-feira (21/7) ameaças e detenções de jornalistas que cobriam a queda do avião malásio MH17, no leste da Ucrânia. Segundo a entidade, desde sexta (18/7), separatistas armados prenderam pelo menos dez correspondentes na capital e barraram o acesso dos profissionais na região.

"Esta é uma tragédia internacional. A imprensa de todos os países tem o direito de cobrir", disse Nina Ognianova, coordenadora do CPJ na Europa e Ásia Central. "Pedimos que permitam à imprensa fazer seu trabalho sem obstáculos", acrescentou.
Entre os detidos, estão repórteres da BBC, do jornal sueco Dagens Nyheter, do site The Daily Beast, da emissora holandesa Nieuwsuur e da Russia Today. Eles foram levados para o prédio da agência de segurança nacional da Ucrânia e liberados após algumas horas. 
Anna Nemtsova, do Daily Beast, relatou a experiência no site e disse que os rebeldes começaram a comparar suas facas na frente dos jornalistas detidos. Um dos rebeldes a informou que ele havia sido ordenado a pegar os profissionais que estavam na região.

O repórter da BBC Kevin Bishop, disse em seu perfil no Twitter que ficou preso durante três horas. "O coronel da Malásia estava conversando com a mídia fora da fábrica Kharkiv, onde os corpos # MH17 estão sendo mantidos", noticiou em seguida. Já Rudy Bouma, da Nieuwsuur, relatou que foi forçado por separatistas a apagar as imagens que registrou.

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Aprendendo a dividir

Categoria: Notícias

Escrito por: Intervozes
Fonte: Coletivo Intervozes

Você sabe dividir? A Constituição Federal de 1988 afirma que o sistema de comunicações em nosso país deve ser formado pela complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal. Mas a realidade da mídia brasileira está muito distante disso.

O vídeo "Aprendendo a dividir", uma produção do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação, explica de forma didática o funcionamento dos sitemas público, estatal e privado de comunicação. Também ressalta a importância de atender as exigências da Constituição Federal investindo no equilíbrio e complementariedade entre os sitemas para garantir liberdade, diversidade e a democratização da comunicação no país.

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Internado desde o último dia 10 com pneumonia, no Hospital Centro Médico de Campinas, no interior paulista, morreu neste sábado (19), às 11h50, o escritor e educador Rubem Alves.

Em boletim divulgado mais cedo, os médicos que o assistiam informaram sobre uma piora do estado de saúde do escritor, com agravamento das funções renal, pulmonar e circulatória, que evoluíram para um quadro de falência múltipla orgânica. A nota foi assinada pelo cardiologista intensivista Roberto Munimis.

Rubem Alves nasceu em Boa Esperança, no sul de Minas Gerais, no dia 15 de setembro de 1933, e morava em Campinas, onde mantinha um instituto para promover a inserção social por meio da educação. O Instituto Rubem Alves também dá assistência a educadores.


Além de escritor e pedagogo, Rubem Alves era poeta, filósofo, cronista, contador de histórias, ensaísta, teólogo, psicanalista, acadêmico e autor de livros para crianças. É considerado uma das principais referências no pensamento sobre educação e tem uma bibliografia que conta com mais de 160 títulos distribuídos em 12 países.

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O repórter cinematográfico palestino Khaled Hamad morreu no último domingo (20/7) junto ao motorista de uma ambulância durante um bombardeio do Exército israelense contra o bairro de Shahiya, um dos mais populosos da Faixa de Gaza.
De acordo com a EFE, Hamad é o primeiro profissional de imprensa a morrer num bombardeio na região, que desde o dia 8 de julho enfrenta uma ofensiva na qual já morreram mais de 370 pessoas. Um projétil israelense já havia caído em um veículo identificado como imprensa. O ataque matou o motorista e deixou mais oito pessoas feridas. 
O cinegrafista, que trabalhava como freelancer, foi vítima do ataque horas depois de o governo israelense enviar um alerta a jornalistas em que advertia não ser responsável pela segurança dos informadores estrangeiros no interior de Gaza.
"Gaza e as áreas próximas são um campo de batalha. Cobrir as hostilidades põe os jornalistas em risco para suas vidas. Em nenhum caso, Israel é responsável por ferimentos e pelos danos que possa acontecer como resultado de informar no terreno", dizia a nota.
A posição das autoridades ocorre contra o direito internacional, o qual estipula que, além dos civis, as partes em conflito são obrigadas a proteger a imprensa. Além disso, os jornalistas estrangeiros entraram na região com o credenciamento do governo israelense e autorização prévia do Exército.

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