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Publicado em Segunda, 21 Julho 2014 10:17
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Portal Imprensa

O repórter cinematográfico palestino Khaled Hamad morreu no último domingo (20/7) junto ao motorista de uma ambulância durante um bombardeio do Exército israelense contra o bairro de Shahiya, um dos mais populosos da Faixa de Gaza.
De acordo com a EFE, Hamad é o primeiro profissional de imprensa a morrer num bombardeio na região, que desde o dia 8 de julho enfrenta uma ofensiva na qual já morreram mais de 370 pessoas. Um projétil israelense já havia caído em um veículo identificado como imprensa. O ataque matou o motorista e deixou mais oito pessoas feridas. 
O cinegrafista, que trabalhava como freelancer, foi vítima do ataque horas depois de o governo israelense enviar um alerta a jornalistas em que advertia não ser responsável pela segurança dos informadores estrangeiros no interior de Gaza.
"Gaza e as áreas próximas são um campo de batalha. Cobrir as hostilidades põe os jornalistas em risco para suas vidas. Em nenhum caso, Israel é responsável por ferimentos e pelos danos que possa acontecer como resultado de informar no terreno", dizia a nota.
A posição das autoridades ocorre contra o direito internacional, o qual estipula que, além dos civis, as partes em conflito são obrigadas a proteger a imprensa. Além disso, os jornalistas estrangeiros entraram na região com o credenciamento do governo israelense e autorização prévia do Exército.

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