Publicado no Comunique-se

Com 12 capítulos, foi lançado neste mês o Transparência e Prestação de contas: Jornalismo e acesso à informação pública na América Latina e no Caribe, e-book organizado pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas. O material, em inglês, está disponível gratuitamente para download.

A ideia da publicação é mostrar quadro da situação do acesso à informação em 11 países da América Latina e da região do Caribe. Fundador e diretor do Centro Knight, Rosental Calmon Alves escreveu o prefácio da obra e afirmou que, "após a onda de democratização que varreu a região no último quarto do século passado, os jornalistas na América Latina começaram a procurar por uma parte que faltava para complementar as reformas democráticas: mais transparência na administração pública".

“Jornalistas perguntam: o que fazemos com a liberdade de publicar se os governos não respondem nossas perguntas, não providenciam informações cruciais sobre o que eles fazem? Apesar do reconhecimento crescente - pelo menos por parte dos jornalistas e da sociedade civil - que liberdade de informação e democracia andam de mãos dadas, os governos, em geral, têm sido relutantes em adotar ou cumprir as leis que vão contra a cultura do silêncio firmemente incorporada nos países da América Latina e do Caribe”, disse.

Quem baixar o material poderá ter acesso a textos como "LAI no Brasil: Ainda uma batalha árdua, mas um salto na direção certa", "Argentina: Direito sem lei é um direito limitado", "O desafio para os jornalistas chilenos no uso da nova Lei de Transparência", "Guatemala: Altos e baixos na transparência em um país complicado" e outros.

Para ter acesso ao material, basta acessar este link.

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A execução do jornalista americano James Foley aumentou o número de jornalistas vítimas de violência no exercício da profissão. De acordo com o Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ), ao todo, foram 31 profissionais mortos em 2014. 

A entidade aponta que a Síria é a primeira na lista de locais onde os repórteres são mais ameaçados, com cinco mortes, seguida do Iraque, Faixa de Gaza e Ucrânia, com quatro. Afeganistão e Brasil integram a sequência, com duas. Já o México, Líbia e Somália registraram uma morte cada.

De acordo com a agência de Notícias Reuters, 741 jornalistas foram mortos desde 2000 e 2.012 foram detidos. Os dados são baseados no CPJ. O Iraque obteve registros de 165 jornalistas mortos desde 1992, Filipinas obteve 76, Síria com 67, Argélia, 60, e Rússia, 56.

O número de jornalistas detidos também cresceu. No ano passado, 211 repórteres foram aprisionados. Em 2010, o número foi 145, enquanto em 2005, foram registrados 125. A Turquia é a campeã das detenções (40) e é seguida do Irão (35), China (32), Eritrea (22), Vietname (18) e Síria (12). 

Fonte: Portal Imprensa

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