Trabalhadoras e trabalhadores da empresa lidam com falta de recursos e excesso de demandas na rádio pública.
Apesar da pressão e da compra de votos, governo não consegue aprovar reforma administrativa; Servidores continuam a luta.
Durante a negociação do acordo coletivo, a empresa cassou a licença remunerada da dirigente e outros importantes direitos dos trabalhadores.
Greve paralisou totalmente a cobertura esportiva e alcançou 95% nas rádios MEC e Nacional, até 95% na TV Brasil e pelo menos 60% na Agência Brasil