A Secretaria de Comunicação da CUT Brasília apresenta aos dirigentes e profissionais das entidades filiadas e dos movimentos sociais sua proposta de Política de Comunicação. Ela será debatida na Conferência de Comunicação Sindical e Oficina de Redes Sociais que a CUT Brasília promove nas próximas segunda e terça-feira (24 e 25 de março), no auditório Adelino Cassis, localizado na sede da Central, no Conic.

O projeto de Política de Comunicação apresenta todos os princípios e diretrizes que nortearão a comunicação interna, externa e institucional, considerada imprescindível e estratégica para a organização e luta dos trabalhadores. A proposta traz também o Plano de Comunicação, ordenando, caracterizando e integrando seus veículos e ferramentas de comunicação.

O secretário de comunicação Marco Junio convoca diretores e profissionais de comunicação de todos os sindicatos, federações e confederações filiados à CUT para participar deste e de todos os debates previstos na Conferência de Comunicação Sindical e Oficina de Redes Sociais. “Queremos trocar experiências e construir coletivamente a nossa rede de comunicação, fundamental elemento dentro da luta pela hegemonia dos interesses da classe trabalhadora na sociedade. Precisamos organizar nossas forças para enfrentar o domínio da informação pelos patrões e pela elite econômica e social no país”, afirma.

Veja como se inscrever para participar em: http://www.cutdf.org.br/novo/cut_default.aspx?cmx=2641

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Apartheid no Facebook: “pague, ou desapareça”

Por Renan Dissenha Fagundes, no YouPix

Dezembro de 2013 será lembrado no futuro como o Começo do Fim do Almoço Grátis no Facebook. Foi no último mês do ano passado que a rede social fez a atualização mais recente no algoritmo que decide o que você vê no newsfeed. Pouco antes, em outubro e novembro, era tudo bonança. De lá pra cá, o alcance orgânico de páginas está despencando, muito. E, se não está indo para zero, caminha para algo bem próximo.

Uma fonte disse ao site ValleyWag nesta quarta-feira (19) que o Facebook está em processo de cortar o alcance orgânico — o que uma página atinge sem pagar — para algo em torno de 1% ou 2% (!!!). O que quer dizer: alguém que tem 100 mil likes, vai se comunicar ~organicamente~ apenas com algo em torno de mil e 2 mil fãs. O número aumenta, claro, quanto maior o engajamento, mas isso também já não é na mesma proporção de antes.

Por enquanto quem tem mais sentido a mudanças são os publicitários. No começo do mês, a Social@Ogilvy publicou um estudo feito com 100 páginas de marcas mostrando a devastação dos alcances — a média está em 6%, mas quem tem mais de 500 mil likes já está na casa dos 2%, como talvez seja previsto para todos pela rede social. Segundo o mesmo post, “fontes do Facebook estão aconselhando não-oficialmente gerentes de comunidades a esperarem que [o alcance orgânico] chegue perto de zero”.

O que preocupa é como as mudanças vão afetar outros tipos de páginas — sejam pequenos negócios, blogs, associações de moradores, ou veículos jornalísticos. Porque a solução para isso tudo, claro, é pagar. E marcas podem até ter dinheiro para isso [grandes empresas de mídia também] mas a maior parte das pessoas, não. A situação é notoriamente preocupante na mídia porque a audiência de muitos sites hoje depende da rede social.Em breve, você pode nem estar lendo este post simplesmente porque ele não apareceu no seu feed de notícias — por uma decisão arbitrária e talvez até aleatória do Facebook, mesmo que você tenha curtido a página do youPIX e o tema te interesse. A rede social vem dizendo que vai dar mais validade para conteúdo de relevância, mas não é claro como vai decidir isso e escolher parceiros [o Buzzfeed americano é um há tempos já].

Simplesmente não é saudável para a internet todo mundo ser tão dependente assim de um único site que, no fim, é também um negócio e precisa dar um jeito de ganhar dinheiro.

Fonte: Outras Palavras

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O ano de 2013, que marcou o primeiro do governo de Enrique Peña Nieto, foi o mais violento para a imprensa mexicana em sete anos, apontou a organização Artigo 19, que defende os direitos dos profissionais dos meios de comunicação. O número de ataques é o pior desde que o ex-presidente Felipe Calderón iniciou sua cruzada contra o narcotráfico. 
De acordo com o El País Brasil, praticamente todos os dias, a cada 26,5 horas, um jornalista é agredido no México. Ao longo do ano passado, foram registradas 330 agressões contra profissionais de imprensa e instalações de veículos. As estatísticas revelam que, em 59,3% dos casos, o responsável pela ação violenta foi um servidor público. Apesar das hostilidades, cinco jornalistas morreram em 2013, dois a menos que no ano anterior.
Intitulado “Discordar em Silêncio: violência contra a imprensa e criminalização do protesto, México 2013", o relatório apontou que as agressões aumentaram 59%, com 123 casos a mais em relação a 2012. Dos 330 casos, em 274 foi possível identificar o agressor. Em 146 deles, o responsável foi um servidor público; em 49 uma organização social; em 39 o crime organizado; 30 um particular, e em dez, um partido político. 
Os estados de Veracruz, Chihuahua, Coahuila e Tamaulipas integram o grupo dos que mais sofrem com o problema. Além deles, locais como Cidade do México, Oaxaca, Michoacán, Guerrero, Tlaxcala, Baja California e Zacatecas apresentaram aumento nos ataques.
O texto indicou ainda que em nenhum dos casos documentados os profissionais puderam retomar totalmente suas atividades jornalísticas. “O medo de sofrer novas agressões sem proteção do Estado os levou a modificar sua atividade profissional. Em alguns casos, deixaram de cobrir acontecimentos policiais, se autocensuraram ou fecharam os veículos”.
A publicação do relatório foi procedida após a denúncia de invasão da residência do diretor da Artigo 19 para o México e América Central, Darío Ramírez. Os invasores levaram documentos, computadores e objetos de valor relacionados ao trabalho do profissional na ONG.

Portal Imprensa

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