Com quase 70 casos relatados, documento será encaminhado a organismos internacionais de direitos humanos
Os sindicatos apresentaram a pauta no dia 21 de setembro e já convocaram a empresa para duas reuniões, mas até agora não tiveram retorno da empresa para iniciar as negociações.
A cartilha pretende denunciar as principais perversidades da reforma e fornecer sugestões e dicas de lutas para resistir ao desmonte dos direitos.
Debates, atos e atividades políticas e culturais estão marcados, com ênfase na denúncia de violações à liberdade de expressão em curso no país.