A cartilha pretende denunciar as principais perversidades da reforma e fornecer sugestões e dicas de lutas para resistir ao desmonte dos direitos.
Debates, atos e atividades políticas e culturais estão marcados, com ênfase na denúncia de violações à liberdade de expressão em curso no país.
A realização de uma campanha contra a prática e uma nova edição da pesquisa “Desigualdade de Gênero no Jornalismo” estão entre os itens que serão discutidos.
Segundo juristas, muitos pontos da reforma não se tornarão realidade por desrespeitam a CF e os tratados internacionais.