O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF manifesta seu profundo pesar diante da morte do jornalista Jorge Bastos Moreno, colunista do jornal “O Globo”, que faleceu no início da madrugada desta quarta-feira, 14/6, no Rio de Janeiro, aos 63 anos.
Um dos mais respeitados repórteres de política do Brasil, com 40 anos de carreira. Moreno nasceu em Cuiabá (MT) e veio morar em Brasília na década de 1970. Há 10 anos vivia no Rio. Ele trabalhou no jornal "O Globo" por cerca de 35 anos, onde chegou a dirigir a sucursal de Brasília. Nas redes sociais,amigos e políticos lamentaram a morte do jornalista.
Moreno morreu à 1h, de edema agudo de pulmão decorrente de complicações cardiovasculares, conforme informou "O Globo". O corpo do jornalista foi velado nesta tarde no cemitério São João Batista, em Botafogo, Zona Sul do Rio.
A família decidiu que o corpo de Moreno será sepultado nesta quinta-feira (15) em Cuiabá, onde ele nasceu.
O Sindicato se solidariza com os integrantes da família do jornalista e espera que todos possam ter força e serenidade necessárias par atravessar esse momento de perda e dor.
Furos de reportagens
O primeiro grande furo de reportagem de Moreno foi no “Jornal de Brasília”: a nomeação do general João Figueiredo como sucessor do general Ernesto Geisel
Durante o impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992, quando a própria CPI do PC Farias procurava uma prova cabal que ligasse o presidente aos cheques de “fantasmas” que vinham do esquema PC, foi Moreno que revelou que um Fiat Elba de propriedade do presidente tinha sido comprado pelo “fantasma” José Carlos Bonfim. Uma informação que ainda não era do conhecimento nem do relator da CPI, deputado Benito Gama, nem de seu presidente Amir Lando. A manchete de "O Globo" selava o destino do presidente (veja mais na matéria publicada pelo G1).
Com informações do G1