Data que, em todo o mundo, os trabalhadores saem às ruas para lembrar que os direitos que temos não é fruto da bondade dos patrões, e sim conquistas históricas, resultados de muitos enfrentamentos, de muitas greves, de muitas lutas.
Infelizmente, não é dia de comemorações. Diante da atual conjuntura de ataque aos nossos direitos trabalhistas e previdenciários, o 1º de maio é um dia de luta, de reflexão.
No Brasil, esse 1 de maio é especial: vem na sequência de uma Greve Geral vitoriosa, que parou o país por um dia contra as reformas trabalhista e da Previdência e a contra as terceirizações.
E os jornalistas, como trabalhadores, devem se engajar na luta contra as reformas. Não devemos aceitar a linha editorial dos veículos públicos e privados, que esconderam a greve geral, que não permitem o contraditório dos trabalhadores neste debate público, e que desejam esta reforma para precarizar a relação de trabalho.
Em 2017, assim como há cem anos - quando aconteceu a primeira greve geral no país-, trabalhadores de diversas categorias, inclusive jornalistas, pararam a produção e saíram às ruas, unidos, para dizer que não aceitarão a retirada de seus direitos.
Viva o 1o de Maio! Viva a luta dos trabalhadores!
Diretoria do Sindicato dos Jornalistas do DF