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O Sindicato dos Jornalistas do DF realizou mais uma assembleia nesta quinta-feira, 01/12, com os profissionais do Jornal de Brasília. O problema desta vez é a falta de pagamento da primeira parcela do 13º salário que deveria ser efetuada até o dia 30 de novembro. Na assembleia, os jornalistas aprovaram uma paralisação de 24 horas na próxima segunda-feira, 5/12, se a parcela não for creditada na conta dos funcionários até meia noite de hoje (2/12). Uma nova assembleia foi marcada para a terça-feira, 6/12.

Os profissionais também apontaram preocupação com o depósito do salário de novembro, que deverá ser feito no quinto dia útil (quarta-feira da próxima semana, 7/12), já que em outubro o pagamento foi feito com 17 dias de atraso. Os atrasos de salários têm se tornado recorrentes no veículo.

Por conta do atraso de outubro, o setor jurídico do Sindicato ajuizou uma ação para cobrar o pagamento da multa de 3% por conta do atraso do salário setembro (regra prevista na Convenção Coletiva de Trabalho, na cláusula quinta – parágrafo primeiro).

Comissão dos Trabalhadores

A Comissão dos Trabalhadores se reuniu com a diretoria do jornal antes da assembleia. A empresa justificou, mais uma vez, que o problema é da crise financeira do setor e, especificamente, do jornal.  Sobre o fechamento do veículo, a direção refutou os boatos de que o Jornal de Brasília irá encerrar suas atividades.

“Os jornalistas do veículo reconhecem a dificuldade financeira pela qual passa a empresa, mas não abrem mão de receber não só o 13º, mas também os salários mensais em dia. Os profissionais esperam que a empresa honre com seus compromissos e demonstram uma preocupação com o pagamento de novembro. O Sindicato espera que os jornalistas do veículo mantenham uma mobilização e lembrem-se que a greve é um direito dos trabalhadores”, afirma Ricardo Mignone, diretor do SJPDF.

FGTS

Outro problema enfrentado pelos funcionários do JBr é a regularização do FGTS. Relatos dos trabalhadores conferem que existem pendências deste benefício desde o mês de maio. No entanto, a empresa ainda não apresentou nenhuma solução para o problema. 

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