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Jornalistas de vários estados já participaram da pesquisa “Assédio Sexual no Jornalismo”, levantamento do Sindicato dos Jornalistas do DF que tem o objetivo de quantificar o número de assédios nas redações e assessorias de imprensa/comunicação. A outra meta da entidade é dar visibilidade para os casos, com a intenção de incentivar as jornalistas a denunciarem esse tipo de prática. Os dados servirão também para dar luz às iniciativas da entidade direcionadas para as mulheres jornalistas.

Lançada no dia 23/6, a pesquisa dá continuidade ao levantamento “Desigualdade de Gênero no Jornalismo”, que foi realizado entre os meses de março e maio deste ano pela entidade. Os resultados deste levantamento apontaram estatísticas preocupantes de casos de assédio moral e machismo nas redações e assessorias de comunicação/imprensa de várias regiões do país. O “Coletivo de Mulheres Jornalistas” do Sindicato é o responsável pelo levantamento.

Participe aqui da pesquisa

A nova pesquisa da entidade chegou em um momento em que diversas jornalistas do país se mobilizam contra o assédio sexual dentro dos locais de trabalho. O caso da jornalista do IG demitida após o assédio do cantor Biel durante entrevista coletiva indignou as mulheres jornalistas e surtiu efeito nas redes sociais.

Na pesquisa, as jornalistas terão que responder se já sofreram assédio sexual no seu ambiente de trabalho e por quem foi realizado o assédio. A pesquisa também quer saber se as jornalistas sofreram esse tipo de prática enquanto estavam desenvolvendo suas funções fora do local de trabalho. O levantamento abre espaço para as mulheres relatarem seus casos e dizerem se denunciaram o assédio. As jornalistas poderão ou não se identificar e, no caso de identificação, poderão dizer se querem tornar públicos seus relatos.

Coletivo de Mulheres Jornalistas do SJPDF

O Sindicato dos Jornalistas do DF lançou em março deste ano o "Coletivo de Mulheres Jornalistas".  O grupo tem o objetivo de discutir questões de gênero e relações de trabalho, debater e lutar por melhor posicionamento da mulher na sociedade e, em específico, no mercado de jornalismo, já que as mulheres são maioria nas redações e assessorias, inserir um olhar de gênero nos programas, ações e atividades sindicais e estimular a participação das jornalistas na entidade sindical. A primeira iniciativa do grupo foi a pesquisa “Desigualdade de gênero no jornalismo” (Confira todos os resultados aqui).

 

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