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Publicado em Terça, 27 Janeiro 2015 16:38
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Em reunião realizada hoje entre a área de Educação Corporativa da Empresa Brasil de Comunicação e entidades representativas dos trabalhadores, os sindicatos de jornalistas e radialistas do DF e a Comissão de Empregados cobraram a participação dos trabalhadores no levantamento das demandas de formação da EBC.

A cobrança de cursos é antiga na empresa. Em negociações de Acordos Coletivos anteriores, sindicatos e comissão lutaram muito para ampliar o espaço da formação, com o estabelecimento de metas de horas, por exemplo. 

Na greve de 2013, um dos compromissos assumidos pelo diretor-presidente Nelson Breve foi a elaboração de um Plano de Capacitação com a participação dos trabalhadores. Ao longo de 2014, isso não se concretizou. Com a mudança dos responsáveis pela área, foi desenhado um novo procedimento que previa, no papel, consultas aos trabalhadores por parte das chefias para identificar as demandas de cursos e atividades. 

No entanto, não foi o que ocorreu. O diálogo com os empregados se seu apenas em alguns setores. Em reação, sindicatos e Comissão divulgaram carta aberta pedindo a revisão do processo de elaboração do plano de modo que a participação fosse garantida. Na reunião realizada nesta terça-feira, 27/1, esse pleito foi apresentado mais uma vez.

Os representantes dos trabalhadores cobraram que os "agentes de desenvolvimento" criados para facilitar o processo fossem nomeados em todas as praças, e não apenas em Brasília, bem como o acompanhamento da interlocução entre o RH e essas pessoas. Também reivindicaram a exigência junto aos agentes e aos gestores de que as consultas aos trabalhadores sejam realizadas, com um prazo para isso. 

Outro pleito das entidades foi a análise da listagem de cursos já compilada. "É fundamental assegurar a participação, mas é importante também debater o conteúdo dessas capacitações, para que elas contribuam para a qualificação da comunicação pública e não tragam modelos prontos do mercado", defende Jonas Valente, coordenador-geral do SJPDF.

A gerente de Educação Corporativa, Eneides Araújo, afirmou que o objetivo é garantir as consultas em todos os setores e já começar a encaminhar os cursos definidos no ano passado. Ela informou, no entanto, que há um limite para as ações de formação por conta do orçamento destinado para a área. Os representantes dos trabalhadores questionaram o valor insuficiente para uma área estratégica da empresa e cobrarão da Diretoria-Executiva mais estrutura para viabilizar as ações de formação. 

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