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Os trabalhadores da Empresa Brasil de Comunicação se reunirão em assembleia nesta quinta-feira, 04/12, às 12h30, para debater, mais uma vez, a revisão do Plano de Carreiras da empresa. Convocada pelos Sindicatos dos Jornalistas e Radialistas do DF, SP e RJ, a assembleia irá avaliar o resultado dos trabalhos Grupo de Convergência (criado para formular propostas ao novo plano) e decidirá se vai manter a paralisação aprovada em assembleia anterior.

"Infelizmente, os gestores da empresa aceitaram pouquíssimas propostas até o momento. Agora, o relatório com as convergências e divergências vai para a Diretoria Executiva e ainda precisa ser aprovado pelo Ministério do Planejamento. Ou seja, ainda temos que fazer muita pressão para cobrar o atendimento dos nossos pleitos junto à direção da EBC e ao governo. Por isso a participação na assembleia é tão importante", afirma Jonas Valente.

Na última semana, os trabalhadores reprovaram a proposta dos gestores de piso diferenciado pela carga horária (confira a matéria completa sobre as discussões aqui).

Revisão do plano

O Grupo de Convergência foi instituído para sistematizar contribuições dos trabalhadores ao novo plano e elaborar um relatório com recomendações à Diretoria Executiva. Ele é formado por representantes da empresa e das entidades representativas dos trabalhadores. Ele tinha previsão de finalizar seu trabalho no início do outubro.

Propostas

A revisão do plano de carreiras vem ocorrendo desde 2012. Os trabalhadores já entregaram dois documentos de propostas e apresentaram novas formulações no fórum da intranet. Entre os pleitos principais estão:

- Melhoria da tabela salarial com redução de níveis e aumento do piso (na última assembleia foi aprovada proposta de tabela com piso de R$ 4.400 para nível superior e R$ 3.080 para nível médio);

- Descrição de cargos que respeite a legislação e não abra brechas para acúmulos e desvio de função;

- Equilíbrio entre promoção por mérito e antiguidade;

- Estabelecimento de critérios claros de progressão, com a definição sendo feita por um comitê composto por gestores e trabalhadores (eleitos pelos pares e indicados por sorteio);

- Não criação do cargo de supervisor, por entender que a criação de instrumentos como este aumentam a dependência dos trabalhadores em relação às chefias de plantão;

- Instituição de uma gratificação por qualificação;

- Criação de um comitê paritário para acompanhar a implantação do plano;

Foto: Wanderlei Pozzembom

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