Na próxima segunda-feira, 17/11, o Sindicato dos Jornalistas do DF promove edição especial da Cozinha Fotográfica com a participação de Renan Carvalhais e Hélio Marinho. Renan irá apresentar imagens sobre sua experiência na Escola de Fotografia e Cinema em Cuba, além de exibir seu trabalho de videomaker desenvolvido para a Presidência da República. Hélio mostrará o universo das imagens subaquáticas.
A Cozinha fotográfica tem se destacado com sucesso de público. A edição de outubro lotou o auditório do Sindicato. Além de contar com a presença dos repórteres fotográficos, profissionais e estudantes da área de comunicação, também foi composta por alunos do Centro de Ensino Fundamental 312 de Samambaia.
O objetivo da Cozinha fotográfica é mostrar o trabalho de fotojornalistas do DF como forma de incentivar o debate sobre fotografia e os desafios enfrentados por esses profissionais. Temas como direitos autorais, manipulação de imagem, novas tecnologias, dificuldades e desafios para a realização dos trabalhos são alguns pontos abordados durante as discussões.
Perfis
Renan Carvalhais - Nascido em Mauá, SP, e formado em jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi, Renan Carvalhais, de 26 anos, também é formado em fotografia pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de Cuba, onde morou por um mês. Já trabalhou como repórter e redator na RedeTV!, na rádio Alpha de São Paulo e na rádio Sul América Paradiso do Rio de Janeiro. Atualmente trabalha como videomaker na Presidência da República, produzindo matérias para o Blog do Planalto e Portal Brasil. Paralelamente, faz trabalhos freelancer para a agência FuturaPress e na cobertura de eventos independentes.
Hélio Marinho - 39 anos, repórter cinematográfico desde 1999, veio para Brasília em 2009 de onde trabalhava na RBS TV. Atualmente ele é repórter cinematográfico da TV Globo na Capital. Mergulhador avançado com especialidade em foto subaquática. Marinho é graduado em publicidade, mas sempre gostou e estudou fotografia. Uma das suas maiores satisfações é produzir imagens do fundo do mar ou rios e aproximá-las das pessoas. Para ele, “falar sobre imagens subaquática é algo tão desafiador quanto o próprio mergulho”.