Na última terça-feira (29/7), o Sindicato de Jornalistas Palestinos informou que quatro jornalistas morreram durante os bombardeios israelenses sobre a Faixa de Gaza e solicitou à Organização das Nações Unidas (ONU) a abertura de uma investigação sobre os fatos.
De acordo com EFE, a entidade lamentou as mortes e criticou o ataque sobre centros de imprensa em Gaza, como ocorreu em diversos escritórios de veículos de comunicação associados ao movimento islamita Hamas.
O sindicato pediu à ONU o envio de uma missão de investigação sobre os crimes contra jornalistas na região. A última terça-feira (29/7) foi classificada como o dia mais sangrento desde o início da ofensiva. Cerca de 100 pessoas morreram e 500 ficaram feridas.
Durante a intensificação do confronto, a aviação israelense atingiu a sede da emissora de rádio do Hamas, a chamada Al-Aqsa, que ficou destruída junto às instalações da TV e um centro de produtoras.
No último dia 22, um avião de combate de Israel bombardeou a sede da TV Al Jazeera e os escritórios da agência de notícias americana Associated Press (AP). Apesar do ataque, ninguém ficou ferido.
Publicado pelo Portal Imprensa