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Publicado em Quarta, 30 Julho 2014 14:46
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Assim que assumiu a diretoria do Sindicato e do Clube, em 2010, a gestão Renovação (2013/2016) se deparou com uma realidade dramática do Clube: dívida beirando os R$ 700 mil e déficit mensal de R$ 30 mil. Após um ano de debates, foi aprovado em plebiscito (com aceite de mais de 90% dos votantes) um um contrato de arrendamento com um consórcio de empresários da cidade. Eles implantariam empreendimentos e, em troca, construiriam um novo Clube e repassariam um montante mensal (R$ 40 mil a partir da assinatura e 3% do faturamento da operação a partir do início das atividades comerciais no local).

O contrato previa a possibilidade de, em uma eventual mudança da destinação da área, a inclusão de um hotel entre os empreendimentos. No entanto, a lei que permitiria esta alteração (e a incorporação da via que existe dentro do que hoje é o Clube), o PPCUB, não foi para frente. E mesmo na versão que chegou a ser discutida dentro do GDF, a mudança da destinação do Clube foi incluída e depois retirada.

Nesse cenário, os arrendatários, comandados pela empresa LB Valor, deixaram de fazer os repasses mensais. No início deste ano, o consórcio afirmou que não possuía mais interesse em continuar com o negócio. No entanto, há cerca de três meses, enviaram notificação às diretorias do SJPDF e do Clube exigindo uma repactuação do contrato, que pasaria a prever a construção de um “embrião” de Clube, e não mais a integralidade da estrutura prevista inicialmente, e a redução do repasse de R$ 44 mil (valor já corrigido) para R$ 25 mil. No mesmo documento, pediram a devolução de todos os repasses mensais feitos se o ajuste no contrato não fosse efetuado.

As diretorias do Sindicato e do Clube convocaram assembleia para discutir o assunto. No encontro, realizado em 21 de maio, foi decidido cobrar dos arrendatários o passivo acumulado e encaminhar a rescisão do contrato. Foi aprovada também a criação de uma comissão de ex-presidentes para auxiliar as diretorias neste processo.

Uma semana depois, os arrendatários chamaram uma reunião, na qual foi apresentada a deliberação da assembleia. No encontro e após, em outro documento, os representantes do consórcio não alteraram a proposta de redução do repasse e do projeto de construção do Clube nem retiraram a ameaça de cobrança dos repasses. Frente a isso, as diretorias do SJPDF e do Clube enviaram notificação extrajudicial cobrando a quitação dos repasses e outros passivos e solicitando a rescisão do contrato.

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