Notícias
Publicado em Segunda, 16 Setembro 2013 19:04
PLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMIT

A diretoria do SJPDF realizou novo ato em frente ao Jornal da Comunidade na última sexta-feira. Foi a segunda atividade consecutiva na semana passada, depois de uma manifestação no dia 12. Os atos foram motivados por novas denúncias sobre atrasos dos salários dos funcionários e de não recolhimento do FGTS. O ato foi resultado de uma assembleia realizada no dia 9, que apontou a necessidade de cobrar mais fortemente a resolução dos problemas do Grupo.

Além de encabeçar dois atos em frente ao Jornal da Comunidade nos dias 12 e 13/9, o Sindicato também entrará com mais duas ações na Justiça do Trabalho. Uma sobre os atrasos salariais e outra relacionada às demissões de trabalhadores no âmbito das mobilizações.

Além disso, a gestão também divulgará publicamente o descaso que a empresa tem feito com os jornalistas e entrará em contato com faculdades para recomendar que os centros de ensino não celebrem termos de estágio com o veículo.

Para o presidente do SJPDF, Lincoln Macário, é preciso dar um basta nesta situação. “Nós já chegamos ao limite da negociação com a direção da empresa. No ano passado agimos de várias formas e entramos com ações na justiça, mas o Grupo Comunidade insiste no desrespeito com os profissionais. É inadmissível”, destaca.

"A demissão de funcionários como retaliação à indignação deles com os descasos da empresa são um acinte. O Grupo Comunidade só comprova que é um lugar péssimo para trabalhar porque não respeita seus empregados", completa Jornas Valente, secretário-geral do SJPDF.

Problema recorrente

Em 2012, o problema de atrasos salariais fez com que a diretoria do Sindicato dos Jornalistas entrasse com ações contra o Comunidade, quando conseguiu bloquear 600 mil reais na Justiça do Trabalho para o pagamento de salários dos funcionários. O sindicato também provocou um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público do Trabalho que estipulava o cumprimento por parte do Comunidade cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho, em especial a que diz respeito ao pagamento do salário em dia.

Mesmo assim, depois disso o Grupo desrespeitou as regras e atrasou os salários três vezes (julho e agosto de 2012 e março de 2013). Por causa desses atrasos, a empresa foi multada em R$ 90.890,35, a ser revertido para todos os funcionários. Além disso, o MPT estipulou ao Comunidade o pagamento de mais R$ 50 mil em campanhas institucionais do órgão.

Neste ano, a empresa voltou a atrasar salários e pagar férias atrasadas. Outro problema recorrente é o assédio moral que os jornalistas

Receber notícias

Acesse o Site