Notícias
Publicado em Quinta, 05 Setembro 2013 16:06
PLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMIT

Decisões judiciais barraram, de março até agora, meios de comunicação em sete Estados brasileiros. O levantamento foi realizado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) e considerou apenas os episódios de censura judicial.

De acordo com a Zero Hora, apenas no fim de agosto, foram dois casos. No Paraná, a Gazeta do Povo foi proibida de publicar informações sobre as investigações contra o presidente do Tribunal de Justiça. O desembargador Clayton Camargo é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por suspeita de venda de sentença e por suposta influência para favorecer a candidatura do filho a uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Em Pernambuco, até a última quarta-feira (4/9), antes da retirada da ação judicial, três veículos estavam proibidos de citar o nome do presidente da Assembleia, Guilherme Uchoa (PDT) em reportagens sobre tráfico de influência no caso de adoção de uma criança, do qual sua filha teria participado.

Segundo a ANJ, o maior prejudicado nessas situações é o cidadão, que é impedido de ter a informação que lhe interessa. A entidade disse que a censura prévia é vetada pela Constituição, uma vez que eventuais delitos contra a honra praticados pela imprensa somente são passíveis de sanção judicial a posteriori, comprovado o dano moral pelos devidos meios judiciais.

Receber notícias

Acesse o Site