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Publicado em Terça, 20 Junho 2017 16:52
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Depois de muitos embates em relação à reforma trabalhista dentro do Congresso Nacional, hoje, 20/6, surgiu uma luz no fim do túnel para os trabalhadores brasileiros. Em sessão tumultuada, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que era favorável ao texto aprovado pela Câmara.

No lugar do parecer de Ferraço, a comissão aprovou um texto alternativo, do senador oposicionista Paulo Paim (PT-RS). O relatório de Paim recomenda a rejeição integral da reforma.

O resultado representa uma derrota para o governo Michel Temer, que vê na reforma trabalhista uma das principais medidas para a área econômica.

Para os trabalhadores, a rejeição do parecer é importante e reforça as diversas mobilizações da sociedade contra a matéria e também as movimentações para a nova edição da Greve Geral que está marcada par o dia 30 de junho (veja mais aqui).

Apesar de o texto do governo ter sido rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais, a reforma trabalhista ainda vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, por fim, pelo plenário do Senado.

Segundo a Mesa Diretora do Senado, os relatórios da CAE, CAS e CCJ vão servir de orientação para a votação em plenário. O texto que vai ser analisado em plenário é a matéria que veio da Câmara.

A reforma foi enviada ao Congresso pelo presidente Michel Temer no fim do ano passado. Um dos principais dispositivos do projeto é estabelecer pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados. Em caso de acordo coletivo, esses pontos passam a ter força de lei.

Confira os principais pontos da reforma trabalhista

Com informações do G1