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Publicado em Quinta, 04 Agosto 2016 11:56
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Os jornalistas presentes na assembleia extraordinária realizada no dia 20 de julho aprovaram as contas e o parecer do Conselho Fiscal do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) e Clube da Imprensa de 2015. Os representantes do Conselho Fiscal deram parecer favorável e ressaltaram ainda que as indicações passadas em relação às contas de 2014 foram seguidas pela diretoria do SJPDF e do Clube, como o cancelamento da linha telefônica do Clube, a reserva de recursos para manutenção da sede, entre outras.

>>> CONFIRA A PLANILHA COM AS CONTAS DO SINDICATO EM 2015 <<<

>>> CONFIRA A PLANILHA COM AS CONTAS DO CLUBE EM 2015 <<<

>>> CONFIRA A PLANILHA COM AS CONTAS DO CLUBE EM 2014 <<<

Segundo Renata Maffezoli, coordenadora administrativo financeira do SJPDF, no ano de 2014, apesar dos esforços em reduzir e racionalizar as despesas da entidade, o Sindicato fechou o ano com um déficit bruto R$ 46.790,44 – registrando um total de entrada de R$ 1.064.618,06 e saídas de R$ 1.111.408,50. “Isso não refletiu necessariamente em saldo negativo nas contas do sindicato, pois contamos com uma reserva do Imposto Sindical. Da mesma forma ocorreu em 2015. O recurso do Imposto Sindical, que é aplicado anualmente, foi utilizado para pagar as despesas do Clube da Imprensa e despesas extraordinárias do Sindicato dos Jornalistas, equilibrando as contas da entidade”, destacou.

A diretora explicou ainda algumas das ações do Sindicato e medidas para reduzir gastos e ampliar a arrecadação. “Conseguimos fechar o ano com saldo positivo devido a um aumento na arrecadação com aluguéis das salas e garagem, que deixou de ser rotativo e passou a aluguéis fixos, e ainda um controle no uso dinheiro proveniente do imposto sindical, para as despesas correntes da entidade”, explicou.

Foi destacado que o valor individual das mensalidades continua o mesmo, enquanto as despesas todas sofreram reajuste por conta da inflação no período. As despesas fixas maiores são relativas à folha de pagamento, que cresce anualmente de acordo com a política da entidade de recomposição do poder de compra dos trabalhadores, conforme negociação anual, ressaltando esse valor não tem como ser reduzido, uma vez que a entidade já opera com um número mínimo de trabalhadores para manter o atendimento aos sindicalizados.

No início do ano foi criada uma poupança para o Sindicato para provisionar as despesas com férias, 13º e abono dos funcionários, para que não houvesse um impacto brusco nas contas da entidade em meses específicos.

A arrecadação das mensalidades observou variação, devido campanha de sindicalização e regularização realizadas entre os meses de fevereiro e maio, com maior impacto nos últimos meses, e ainda problemas nos repasses de desconto em folha por parte de algumas empresas, como ocorreu com o Correio Braziliense no mês de março, que foi regularizado em maio e junho. Ainda no ano de 2015, conseguimos garantir a isenção de IPTU para a Sede e auditório do Sindicato dos Jornalistas, após longo processo junto à Sefaz DF. Atualmente, foi iniciado ao processo para ampliação da isenção às demais unidades do Sindicato no edifício City Office.

Investimentos e atividades

Em 2015, teve continuidade à Campanha ‘Assessor de imprensa é Jornalista’, com a produção de materiais e visita às assessorias. Realizamos o Encontro Distrital de jornalistas em assessoria, que precedeu o Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria da Fenaj (Enjai), ao qual enviamos delegação de 5 representantes.

Fortalecemos a Cozinha Fotográfica, realizamos duas edições do Sindicato aberto. Investimos ainda no projeto Futuro do Jornalismo, uma parceria com o núcleo de pesquisa em Jornalismo da Universidade Católica de Brasília, que teve como desdobramento a realização de um seminário e pesquisa junto à categoria, que será transformada em publicação conjunta com o SJPDF”, contou Maffezoli.

O SJPDF concluiu também a implementação do sistema que integra os dados dos sindicalizados com a tesouraria e secretaria, iniciando o pagamento de manutenção mensal. Integramos os computadores da sede em rede, com servidor, o que hoje garante maior segurança aos arquivos digitais da entidade.

Despesas

Durante o ano, a entidade registrou um aumento de R$ 2.551,39 na folha de pagamento por conta da política de valorização e recomposição de perdas salariais dos trabalhadores da entidade. Foi incluída a manutenção do sistema de informatização no valor de R$ 800,00 mensais. Além disso, pagamos o cumulativo do IPTU de 2013 e 2014 para Brasal, num valor total de R$ 30.248,60, montante pago com o saldo da aplicação financeira realizada com o recurso proveniente do Imposto Sindical.

Clube da Imprensa

Em 2015, houve uma redução nos gastos com o Clube dada a quitação de algumas parcelas de dívidas pendentes do Clube.

Embora possua CNPJ próprio e diretoria eleita, o Clube é patrimônio do Sindicato dos Jornalistas e da categoria de trabalhadores que ele representa e, uma vez não possui receita própria e o fechamento temporário impede que o espaço seja utilizado para geração de renda, todas as despesas com manutenção estão vinculadas ao Sindicato dos Jornalistas. Até novembro de 2013, o Clube era mantido com o valor repassado pela LV Valores, previsto em contrato firmado entre o Sindicato e a referida empresa. Após essa data, o Clube voltou a ter as despesas pagas unicamente pelo SJPDF.

Avaliando o impacto negativo que tal situação provocou nas despesas correntes da entidade, a diretoria do Sindicato deliberou por fazer uma aplicação de baixo risco com o dinheiro proveniente do Imposto Sindical, e provisionar parte desse dinheiro para pagar mensalmente os gastos com o Clube da Imprensa, até que esse possa voltar a ser utilizado pela categoria e ainda gerar algum tipo de arrecadação para manutenção do mesmo.

 A principal fonte de arrecadação do Sindicato é a mensalidade de R$ 50 paga pelos sindicalizados, o que representa em média R$ 40 mil/mês. A entidade conta ainda com receita proveniente do aluguel de salas e estacionamento no prédio do Sindicato. Este dinheiro é utilizado para cobrir as despesas mensais da entidade com ações políticas em defesa da categoria, funcionamento da sede, o que inclui folha de pagamento e despesas de manutenção, e despesas do Clube da Imprensa, cerca de R$ 12 mil/mês.