Diretores do Sindicato dos Jornalistas do DF participaram nessa terça-feira, 28/7, de ato organizado pela CUT para protestar contra o ajuste fiscal que penalizam a classe trabalhadora com recessão e retirada de benefícios e direitos. Mais de mil pessoas estiveram presentes na mobilização, que ocorreu em frente ao Ministério da Fazenda, em Brasília.
Os diretores do SJPDF aproveitaram a mobilização para conversar com dirigentes sindicais sobre o andamento da Campanha Salarial 2015 da categoria marcada por um impasse na negociação por conta da negação, por parte dos patrões, da reposição inflacionária no reajuste salarial e em todos outros itens de reivindicação da categoria (confira mais informações aqui).
A proposta dos patrões foi rejeitada em consulta realizada junto à categoria no início de julho. No entanto, o sindicato patronal informou que qualquer discussão sobre a campanha salarial só deverá ocorrer após 120 dias. Durante a consulta, os jornalistas também disseram sim para o pedido de dissídio. Na última assembleia foi indicada pela categoria a entrada de um pedido de mediação junto ao Ministério Público do Trabalho que já foi protocolado pelo SJPDF (Confira aqui).
Diretores da CUT Brasília apoiaram a luta da categoria em prol de melhorias e contra retrocessos. Eles retiraram fotos com a plaqueta da Campanha Salarial 2015.
Mais sobre o ato da CUT
O protesto da CUT contra a política econômica do governo ocorreu na mesma data em que o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúniu para definir a nova taxa. Segundo Rodrigo Britto, presidente da CUT Brasília, “o plano Levy atende apenas os interesses da elite brasileira, em especial do sistema financeiro nacional, colocando o ajuste fiscal acima a classe trabalhadora” (Veja a matéria completa sobre o ato aqui).
Na parte da tarde, a manifestação se deslocou para frente do Palácio do Buriti. Servidores de todas as categorias do DF e trabalhadores em geral protestaram contra questões que representam retrocesso democrático e de direitos trabalhistas (confira mais aqui).
Fonte: CUT Brasília