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No próximo dia 19 de novembro, às 12h30, os trabalhadores da Empresa Brasil de Comunicação voltarão a se reunir em assembleia. Na pauta estão a conclusão do processo de revisão do Plano de Carreiras e as estratégias de mobilização, que envolvem a possibilidade de paralisação. Em Brasília, a assembleia ocorrerá no Espaço Cultural. Nas demais praças, nas salas de videoconferência. 

Plano de Carreiras

Na assembleia, os representantes dos trabalhadores no Grupo de Convergência (criado para sistematizar contribuições apresentadas no fórum da intranet da EBC sobre o assunto e para elaborar propostas relativas ao novo plano) vão dar um informe sobre o andamento dos trabalhos, que devem ser concluídos nos próximos dias. Serão levadas as discussões sobre piso e tabela salarial, arquitetura dos cargos, funções técnicas e outros instrumentos complementares de gestão (como a criação da figura de supervisores) para debate. Também serão repassadas propostas relativas ao último tema de discussão do plano nesta etapa: os critérios e a dinâmica de promoção e progressão.

Estratégias de mobilização

Na assembleia também serão debatidas as estratégias de mobilização. Na última assembleia, realizada no dia 7/11, foi aprovada uma consulta aos trabalhadores para que eles manifestem qual é a disposição em relação a novos atos (como o realizado no Fórum Brasil de Comunicação Pública), paralisação (de horas ou dia inteiro) ou greve. A partir deste mapa, o debate sobre os próximos passos da mobilização dos trabalhadores será recolocado no dia 19. Os representantes dos Sindicatos e da Comissão de Empregados reiteram a importância dos trabalhadores fazer essa discussão em cada área e repassarem o resultado para as entidades, bem como levar a posição dos empregados daquele setor para a assembleia do dia 19.  

Propostas

A revisão do plano de carreiras vem ocorrendo desde 2012. Os trabalhadores já entregaram dois documentos de propostas e apresentaram novas formulações no fórum da intranet. Entre os pleitos principais estão:

- Melhoria da tabela salarial com redução de níveis e aumento do piso (na última assembleia foi aprovada proposta de tabela com piso de R$ 4.800 para nível superior e R$ 3.360 para nível médio);

- Descrição de cargos que respeite a legislação e não abra brechas para acúmulos e desvio de função
- Equilíbrio entre promoção por mérito e antiguidade;
- Estabelecimento de critérios claros de progressão, com a definição sendo feita por um comitê composto por gestores e trabalhadores (eleitos pelos pares e indicados por sorteio);- Não criação do cargo de supervisor, por entender que a criação de instrumentos como este aumentam a dependência dos trabalhadores em relação às chefias de plantão;- Instituição de uma gratificação por qualificação;- Criação de um comitê paritário para acompanhar a implantação do plano;